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Linguagista

Colectivos

Ora escudeiro, ora cavaleiro

 

 

      Subitamente, também a minha filha passou a interessar-se por nomes colectivos. É a segunda vez em semanas. Até recentemente, não havia mês em que um brasileiro não me perguntasse pelo colectivo de qualquer coisa. «Papá, como é que se diz muita palha?» «Palhagem?... Palhagal, é palhagal.» A outra acepção do vocábulo era muito usada por Aquilino: «Por sua vez os documentos, desencantados por Faria e Sousa e Juromenha no palhagal das chancelarias, dão-nos Camões ora como escudeiro, ora como cavaleiro fidalgo» (Luís de Camões, Fabuloso, Verdadeiro, Aquilino Ribeiro. Lisboa: Livraria Bertrand, 1950, p. 70).

 

 

[Texto 413] 

 

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