Aposto e pontuação

Há sempre quem

 

 

      «Vítor Serpa, director d’A Bola [,] é também um insigne agente secreto da escola de George Smiley, brilhantemente encarnado por Alec Guinness na BBC e agora redefinido, com o “fulgor baço” de Pessoa, por Gary Oldman, no belo filme de Tomas Alfredson que é Tinker Tailor Soldier Spy» («O faro e a fruta», Miguel Esteves Cardoso, Público, 27.09.2011, p. 31). É pouco mas de boa vontade: o aposto vem sempre separado por vírgulas dos demais termos da oração. Claro que o nosso cronista saberá — mas como há quem não saiba, fica a lição.

 

[Texto 530] 

Helder Guégués às 19:40 | comentar | favorito
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