Como se escreve nos jornais

Respigado do Público de hoje

 

 

      «Quando Passos Coelho anunciou que a Cultura seria tutelada por si próprio, primeiro-ministro, delegando competências governativas a uma secretaria de Estado, argumentou com a transversalidade dos assuntos da cultura, alegou mecanismos acrescidos de eficácia e poupança de custos para benefício da Cultura, fazendo crer que uma secretaria de Estado, em vez de ministério, seria uma forma de favorecer a acção do Estado neste domínio e obter vantagens que um ministério autónomo não poderia oferecer» («Foi você que pediu uma Secretaria de Estado da Cultura?», Gabriela Canavilhas, Público, 7.11.2011, p. 31).

      E na capa da «P2»: «Cardeal Tettamanzi pede aos cristãos para que sujem as mãos».

 

 

[Texto 643] 

Helder Guégués às 17:36 | comentar | favorito
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