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      «Acontece que o mercado é igualmente lesto a propor outros produtos ilícitos em resposta às novas proibições. Os fabricantes de drogas sintéticas, assinala o relatório, cujos dados são relativos a 2009, estão a empregar técnicas sofisticadas para contornar as proibições legais: as substâncias químicas precursoras utilizadas na produção de drogas como o ecstasy são, por exemplo, disfarçadas em “substâncias químicas não-controladas”. Há, também, vários casos de produção de comprimidos de ecstasy através dos denominados “pré-precursores”. Confuso? É química» («Consumo das velhas drogas desce, ameaça das novas drogas aumenta», Amílcar Correia, Público, 16.11.2011, p. 14).

      Nada confuso, caro Amílcar Correia — sobretudo porque nem sequer tentou explicar. Mas está bem.

 

[Texto 683] 

Helder Guégués às 19:18 | favorito
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