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Linguagista

Uso da maiúscula

Pedra-de-toque

 

 

      «Encaixaria perfeitamente se quiséssemos falar português. Seguir os Brasileiros», comenta aqui Montexto a propósito de «padrão-ouro» não traduzir — como alguns querem e os dicionários concordam, pelo menos por omissão — o inglês gold standard na acepção secundária de exemplo supremo de alguma coisa em relação ao qual outras são julgadas ou aferidas. É precisamente isso que está em causa. Entretanto, lembrei-me também do vocábulo «pedra-de-toque», que talvez servisse — se quisséssemos — para traduzir essa acepção.

      Lembrei-me também agora, ao ler o comentário, que na obra Discursar em Português... e não só, já aqui referida, em que a autora, que, como também já vimos, usa a nova ortografia, escreveu um gentílico com maiúscula inicial. Lapso ou convicção? «Até Hitler, no seu discurso contra os Checos a 26 de setembro de 1938, diz que o povo alemão nada mais quer do que a liberdade» (Discursar em Português... e não só, Isabel Casanova. Lisboa: Plátano Editora, 2011, p. 108).

 

[Texto 759]

 

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