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Linguagista

«Quando muito»

Bons nas pequenas coisas

 

 

      «Tonto como sou, ando há várias semanas a perder tempo com o infeliz assunto da irresponsabilidade contumaz dos dirigentes que temos. Hoje, porém, voltou a ocorrer-me que esta teimosia é reveladora de uma enorme insensatez; que, apesar do esforço de reflexão, análise e crítica realizado por várias gerações de pessoas muito melhores do que eu, não consta que o país alguma vez tenha despendido algum esforço para tentar ser melhor do que é. Quanto muito, carrega na maquilhagem, faz uma plástica às mamas e vai abanar o traseiro para os salões, na esperança de engatar algum velho rico que o sustente» («O Sócrates bom», Jorge Marmelo, «P2»/Público, 6.12.2011, p. 3).

      No máximo, se tanto, que é o que o jornalista Jorge Marmelo queria dizer, escreve-se quando muito, e já o vimos no outro blogue mais de uma vez.

 

[Texto 775]

 

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