«Satiagrahis»

Assim não

 

 

      «Salazar nem deu troco e os jornais começavam a falar em surtidas de satriagrais» (Já não Se Escrevem Cartas de Amor, Mário Zambujal. Revisão de Eda Lyra. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2008, 4.ª ed., p. 108).

     Até no Boletim Geral do Ultramar ora se lê «satiagrahis» ora «satyagrahis», mas, que diacho!, sempre se percebe do que se trata. Esta grafia desfigura quase completamente a palavra.

 

[Texto 783]

Helder Guégués às 08:36 | comentar | favorito
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