22
Mai 12

Tradução: «firewall»

Para não haver tresmalhos

 

 

      Prof. Silva Lopes, economista e antigo ministro das Finanças e antigo governador do Banco de Portugal, em entrevista à Antena 1: «A Europa tem todo o interesse que faça aquilo a que se chama uma firewall, portanto, uma cerca de protecção para os países... Quer dizer, actualmente a Grécia está dentro dessa cerca. Se a Grécia ficar fora da cerca, é preciso que Portugal fique dentro e que a Europa apoie, quer dizer, com a tal firewall, a tal cerca — consiste em apoios do Banco Central Europeu e outros, mas principalmente do Banco Central Europeu —, se a Europa fizer isso e se Portugal ficar dentro, enfim, lá vamos aguentando.» Tínhamos visto esta questão aqui recentemente.

 

[Texto 1569]

Helder Guégués às 11:11 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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«Sarna/escabiose»

Pior que a sarna?

 

 

      «Dois casos distintos de surtos de escabiose – mais conhecida por sarna – numa CERCI de Oeiras e num hospital açoriano, abrangendo 18 pessoas, estão a gerar apreensão entre funcionários e utentes. [...] Um caso, denunciado ontem de forma anónima ao DN, prende-se com a CERCI de Oeiras, instituição de apoio ao [sic] deficientes que, nos últimos três anos, tem sido frequentemente atingida por esta doença de pele contagiosa, causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei» («Surtos de sarna em CERCI de Oeiras e hospital», Pedro Sousa Tavares e Paulo Faustino, Diário de Notícias, 22.05.2012, p. 13).

      É para «sarna» que remete o verbete «escabiose» no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora. Deve ser uma sensação terrível, e não é por acaso que há várias frases feitas e provérbios sobre a doença. Só lhe falta sarna para se coçar é o que ouço mais vezes.

 

[Texto 1568] 

Helder Guégués às 09:45 | comentar | favorito
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22
Mai 12

Rife

Outras paragens

 

 

      «Considerada como a surpresa da campanha, a franco-marroquina Najat Vallaud-Belkacem assumiu o Ministério dos Direitos das Mulheres. Esta jovem de 34 anos nasceu no Rife marroquino, mas mudou-se com a família para França quando tinha apenas quatro anos» («Do Magrebe à Coreia do Sul, as origens dos ministros de Hollande», Helena Tecedeiro, Diário de Notícias, 22.05.2012, p. 25).

      Prefiro, naturalmente, a grafia Rife. Que é também a usada no verbete «rifenho», no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora: «do Rife, região montanhosa de Marrocos setentrional».

 

[Texto 1567] 

Helder Guégués às 09:20 | comentar | favorito
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