14
Mar 14

«Picle/pickle»

Insensatamente, sim

 

 

  «Strike soltou um longo suspiro. Uma noite desconfortável de inconsciência induzida pelo álcool; os agradáveis excessos da noite anterior; meia sandes de queijo e picles: sentia-se exausto, oco» (Quando o Cuco Chama, Robert Galbraith. Tradução de Ana Saldanha, Maria Georgina Segurado e Rita Figueiredo. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2013, 2.ª ed., p. 407).

   Agora é que, embora timidamente, os tradutores começam a aportuguesar pickle. O Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora neste verbete remete, insensatamente, para pickle.

 

[Texto 4221]

Helder Guégués às 18:13 | comentar | ver comentários (1) | favorito
14
Mar 14

Doenças imaginárias

Estas são boas

 

 

      Faltou às aulas mais de duas semanas. A professora sabia o motivo, mas perguntou-lhe para que os colegas pudessem aprender uma nova palavra. «Então, ***, o que tiveste?» «Laranjite, professora.» Fez-me lembrar a «almondigite congénita» que um grupo de estudantes de Medicina estouvados diagnosticou a um casal idoso. «Estão a chamar-nos almôndegas», disse a senhora. Aliás, devia ser «almondigitis», por exemplo, porque o marido responde que aquilo é o dog-Latin dos estudantes. O latim-latão, o latim macarrónico.

 

[Texto 4220]

Helder Guégués às 15:24 | comentar | favorito
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