«Dogaresa» ou «dogaressa»?
Afinal
«Várias gerações de uma das mais antigas e ilustres famílias da cidade – os Morosini (4 doges, 3 dogaresas e 2 rainhas) – viveram neste bairro medieval» (Veneza: Percursos com Corto Maltese, Hugo Pratt, Guido Fuga e Lele Vianello. Tradução de Paula Caetano. Alfragide: Edições Asa II, 2011, p. 11).
É como também se lê no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, que nem sequer tem verbete independente. Mas não devia ser «dogaressa»? O étimo italiano é dogaressa, que é também como José Pedro Machado regista no seu Grande Dicionário da Língua Portuguesa.
[Texto 4659]


