05
Ago 14

Ainda há esperança

Descobriram que há outras 

 

 

      «Para chegar à sua longa e complexa equação (em cima), a equipa, que foi coordenada por Robb Rutledge, da University College, de Londres, avaliou um conjunto de 26 pessoas que tinham de realizar uma série de tarefas que envolviam decisões, expectativas sobre essas decisões e também consequências, que podiam ou não ir ao encontro das expectativas» («Uma fórmula matemática para estimar a felicidade», Filomena Naves, Diário de Notícias, 5.08.2014, p. 23).

 

[Texto 4906]

 

Helder Guégués às 22:08 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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«44,8 % escrevem com erros»

Dentro das previsões

 

 

    «A análise à prova item a item mostra que na resposta extensa os resultados não foram os melhores. Num texto que devia ter entre 250 e 350 palavras, 14,8% dos professores escreveram cinco ou mais palavras de forma errada. E em 30% das respostas registou-se um ou dois erros ortográficos, indica o IAVE. Também neste item, 20,1% dos candidatos cometeram cinco ou mais erros de pontuação» («1473 professores chumbam e não dão aulas para o ano», Ana Bela Ferreira, Diário de Notícias, 5.08.2014, p. 13).

 

[Texto 4905]

Helder Guégués às 21:41 | comentar | favorito
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Léxico: «pau-de-cabinda»

Reclamam as ervanárias

 

 

      Estou a ver que o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora não regista pau-de-cabinda. Não que eu precise, mas precisa aqui a personagem de um livro, porque é imbumbável. E mais: se os dicionários registam estrangeirismos a dar com um pau, porque não registam estas palavras?

 

 [Texto 4904]

Helder Guégués às 13:13 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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05
Ago 14

Tradução: «splitscreen»

A negação do jornalismo

 

 

    «Uma das características das Pão de Forma é não terem cintos de segurança à frente, mas podem mesmo assim circular porque foram descontinuadas em 1967 e a lei dos cintos de segurança só saiu um ano depois. Mas é apenas uma das características. Outra é, por exemplo, os vidros da frente em splitscreen, característica das Pão de Forma mais antigas» (Cristina Liz, Telejornal, 4.08.2014).

   A prosa é mais do que duvidosa, mas o pior acaba por ser aquele splitscreen. É o pára-brisas dividido, mas se a jornalista usa a palavra inglesa é porque quer que boa parte dos espectadores não a perceba. A negação do jornalismo. Afinal, o Jornal de Angola tem um pouco de razão: «Nos jornais já se escrevem mais palavras em inglês do que em português. Nas rádios e televisões a situação é […] pior.»

 

[Texto 4903]

Helder Guégués às 09:39 | comentar | ver comentários (3) | favorito
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