01
Set 14

Tecto do Mundo

Com maiúsculas, pois claro

 

 

      «No Tecto do Mundo, como é conhecido o planalto mais alto da Terra, que ocupa a maior parte do Tibete, a escassez de oxigénio não é problema para os seus habitantes tibetanos» («A genética explica como os tibetanos de adaptaram a grandes altitudes», Teresa Firmino, Público, 25.08.2014, p. 24).

 

[Texto 4998]

Helder Guégués às 07:50 | comentar | favorito
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Léxico: «denisovano»

Sempre a crescer

 

 

  «Já em Julho, outro estudo, na revista Nature, trouxe revelações surpreendentes sobre a adaptação genética dos tibetanos às altitudes: tinham herdado uma mutação genética, também ligada aos glóbulos vermelhos e ainda à hemoglobina, de uma espécie de humanos desaparecida há 30 mil anos — os denisovanos» («A genética explica como os tibetanos de adaptaram a grandes altitudes», Teresa Firmino, Público, 25.08.2014, p. 24).

    Não estava antes, mas por sugestão minha já o podemos encontrar no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora.

 

[Texto 4997]

Helder Guégués às 07:46 | comentar | favorito
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«Meet», de novo

Todos os dias, agora

 

 

      Pronto, já passou a fazer parte da paisagem jornalística: «Dois dos quatro detidos nos incidentes do encontro de jovens (meet) que se realizou na passada quarta-feira e terminou com desacatos no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, têm hoje julgamento sumário marcado por resistência e coacção sobre agentes da autoridade. A organização SOS Racismo condenou, entretanto, a actuação da PSP e exigiu ao Ministério da Administração Interna que “apure todas as responsabilidades”» («SOS Racismo pede ao MAI que investigue acção da polícia no encontro de jovens em Lisboa», Alexandra Campos, Público, 25.08.2014, p. 8).

 

[Texto 4996]

Helder Guégués às 07:45 | comentar | favorito
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«Questor», uma acepção nova

Agora é que está

 

 

     Questor do Parlamento Europeu. É cada um dos cinco deputados eleitos pelo plenário para tratarem de questões administrativas e financeiras relacionadas com os próprios deputados. Não estava antes, mas por sugestão minha já o podemos encontrar no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora. Mesmo de férias trabalho.

 

 

[Texto 4995]

Helder Guégués às 07:41 | comentar | favorito
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01
Set 14

Vão mazé...

Seria inesgotável

 

 

    Só agora é que vi que alguns dicionários registam «né», contracção de «não» com «é». Para não ir mais longe, então também deviam registar «mazé», junção de «mas» com «é». (Que, estranhamente, já vi grafada com apóstrofo, «mas’é»... Está a marcar a elisão de quê, neste caso? Talvez do bom senso.) Tem de se ser mais criterioso, ou deixarão de ser dicionários para passarem a ser repositórios de tudo o que se diz, seja lá como se diga. Porque não registar, pois, palavras com prolongamento de letras com efeitos prosódicos? Olaaaaaaaaaá! Agueeeeeeeeeeenta! Uma mina inesgotável, esta.

 

[Texto 4994]

Helder Guégués às 07:38 | comentar | favorito
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