Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Linguagista

«Sob/sobre»

É pois

 

      «“É o melhor livro sobre investimento alguma vez escrito.” Quem o diz é Warren Buffett, o terceiro homem mais rico do mundo, que fez fortuna após ter estudado e trabalhado sobre a batuta de Benjamin Graham, professor na Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América» («Seis livros para sobreviver à insanidade da bolsa», David Almas, Observador, 12.11.2014, aqui).

      É claro que a língua portuguesa é muitíssimo mais complexa do que a bolsa, não é, David Almas?

      

 

[Texto 5257]

Ortografia: «statu quo»

Dediquem-se antes ao português

 

      «O local é epicentro das tensões religiosas em Jerusalém e, apesar de Netanyahu insistir que não pretende alterar o status quo, também não criticou os deputados da direita, incluindo do seu partido, que nas últimas semanas visitaram a zona» («Declarações incendiárias aceleram a irresistível marcha para nova Intifada», Ana Fonseca Pereira, Público, 12.11.2014, p. 24).

 

[Texto 5256]

Bem ou mal, mas sempre igual

Amanhã já será diferente

 

      «O Exército alega que os soldados tentavam dispersar manifestantes armados com cocktails-Molotov e pedras; vizinhos afirmam que Jawabreh estava num terraço distante dos protestos quando foi baleado no peito. Foi por causa de uma outra morte — a de um árabe israelita baleado pela polícia durante protestos na Galileia — que a violência, que durante semanas esteve concentrada em Jerusalém, alastrou nos últimos dias, reforçando os receios de que a região esteja prestes a viver uma nova Intifada» («Declarações incendiárias aceleram a irresistível marcha para nova Intifada», Ana Fonseca Pereira, Público, 12.11.2014, p. 24).

      Na restante imprensa também não sabem como hão-de grafar o nome deste engenho explosivo. Ora só metade, ora tudo em minúsculas; ora metade, ora tudo em itálico. Com hífen nunca tinha visto. Um conselho: desta ou daquela maneira, mas façam sempre igual. Quanto à designação da revolta popular contra a ocupação israelita, grafa-se com minúscula, pois é um nome comum.

      

 

[Texto 5255]