01
Dez 14

«Coragem cívica»

Agora em alemão

 

      «A Alemanha debate até onde deve ir a coragem por causa da morte de uma jovem agredida após [sic] intervir quando um grupo de homens assediava duas jovens numa casa de banho de um restaurante. […] A coragem cívica ou moral (zivilcourage), ou coragem fora do campo de batalha como a definiu Bismark, tornou-se tema de debate. Na Alemanha, há campanhas para aumentar a reacção de cidadãos a compor- tamentos criminosos. Cartazes nos transportes públicos pedem: “Se vês algo, faz algo”. A imprensa debate as consequências deste caso: fará com que as pessoas pensem duas vezes antes de ajudar alguém?» («Debate sobre coragem após morte de jovem», M. J. G., Público, 1.12.2014, p. 20).

 

[Texto 5317]

Helder Guégués às 15:17 | comentar | favorito
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Assaltantes que saibam inglês

Inglês (2).jpg

 

O assaltante tem é de saber inglês.

Como é em Cascais, pode até ser inglês.

Helder Guégués às 15:09 | comentar | favorito
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«Processo do Marquês»

Talvez «Herão»?

 

      «Houve de facto, há 230 anos, um célebre “processo do Marquês”. Aconteceu dois anos depois de Pombal ter perdido o poder na corte e de os seus fiéis inimigos e alguns desleais amigos terem ocupado os cargos correspondentes no Governo da “Viradeira” de Dona Maria I. O ex-ministro do Reino foi acusado de corrupção e enriquecimento às custas [sic] do tesouro público, sem esquecer todos os seus abusos de poder e repressões ferozes. […] Quem for que tenha dado o nome de “Marquês” ao caso de José Sócrates prestou assim um mau serviço ao processo e ao país. Desde logo porque, para o bem e para o mal, Sócrates não é Pombal. E sobretudo porque o processo do Marquês, há 230 anos, foi o epítome do que este não deveria ser: uma amálgama de sentimentos, arrogância de um lado e desejo de vingança do outro, divisão do país em duas metades incomunicáveis que se foram guerreando, sob diversos disfarces, nas gerações seguintes» («O Processo do Marquês», Rui Tavares, Público, 1.12.2014, p. 44).

   É bom sermos cada vez mais exigentes, mas, caramba, há limites. Como queria Rui Tavares que se designasse a operação? Talvez «Heron Castilho»? Ou só «Heron»? Mas é Héron, e não Heron! E não devia ser Edifício Héron-Castilho?

 

[Texto 5316]

Helder Guégués às 14:49 | comentar | favorito
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01
Dez 14

Ortografia: «megaoperação»

Ainda não aprenderam

 

      «Há mais de duas semanas, numa mega-operação da Polícia Judiciária, presidida pelo juiz, foi detido o ex-director nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Manuel Jarmela Palos, o ex-presidente do Instituto de Registos e Notariado, António Figueiredo, e a ex-secretária-geral do Ministério da Justiça, Maria Antónia Anes. Os três são arguidos num caso em que se investigam suspeitas de corrupção na atribuição de vistos gold. Palos e Anes deixaram entretanto as cadeias e ficaram em prisão domiciliária» («Segurança do juiz que decretou prisão preventiva de Sócrates poderá ser reforçada», Pedro Sales Dias, Público, 1.12.2014, p. 10).


[Texto 5315]

Helder Guégués às 07:58 | comentar | favorito
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