12
Jan 15

Pireu

Tudo novo

 

      Num noticiário, hoje de manhã, na Antena 1, o jornalista falava da Grécia e, mais concretamente, do «Piraeus». É como se o mundo ainda não estivesse descoberto, é tudo novo para esta gente.

 

[Texto 5444]

Helder Guégués às 22:59 | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Jogo fonético

Não este

 

      «Em 1953, [Anita Ekberg] estreia-se ao lado da dupla de comediantes Abbott e Costello em Abott and Costello Go To Mars, encarnando uma venusiana. Pela sua presença misteriosa no ecrã nesses primeiros filmes, acabou alcunhada “The Iceberg” (o que era também, obviamente, um jogo fonético com o seu apelido)» («Morreu Anita Ekberg, imortalizada na Fontana di Trevi do La Dolce Vita», Mário Lopes, Público, 12.01.2015, p. 26).

      Não é lá grande jogo fonético, valha a verdade, mas está bem. Passará a ser o sítio para onde carrear bons jogos fonéticos.

 

[Texto 5443]

Helder Guégués às 22:08 | comentar | favorito
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12
Jan 15

Léxico: «asquenaze»

Um passo para trás

 

   «Entre os judeus existem duas grandes comunidades que se distinguem pela sua origem e ritos de cultos: os ashkenazis, que têm raízes na Europa Central; e os sefarditas, que descendem dos judeus (espanhóis e portugueses) que chegaram à Península Ibérica muito antes de existir Portugal e que foram daqui expulsos a partir do final do século XV» («Norte-americana descendente de judeu sefardita já pode pedir nacionalidade portuguesa», Romana Borja-Santos, Público, 12.01.2015, p. 11).

    Se a jornalista se desse ao trabalho, como devia, de pesquisar, concluiria que no Público já se tem escrito asquenaze. No Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, só há sefardi, sefardim ou sefardita.

 

[Texto 5442]

Helder Guégués às 14:42 | comentar | favorito