19
Mar 16

A própria caixa ou a pessoa que usa óculos?

Temos de saber

 

    «Outro exemplo, eu já não sou caixa-de-óculos, mas a qualquer momento posso voltar a ser, basta arranjar uma conjuntivite ou uma alergia qualquer às lentes» (Texas. Uma Aventura no Faroeste, Ana Saldanha. Alfragide: Editorial Caminho, 2013, p. 31).

    A autora segue o Acordo Ortográfico de 1990 — pelo menos de vez em quando. Mas faz bem: não temos outros casos — lembro apenas pé de galinha/pé-de-galinha, que vimos aqui — em que estamos perante dois sentidos, um denotativo e outro conotativo? É igual. Eu até acho que não se devia desaproveitar a ocasião para usar o apóstrofo, caixa-d’óculos, mas nem os Brasileiros, que usam mais o apóstrofo do que nós, o fazem. Querem dizer o mesmo e usar o hífen? Quatro-olhos.

 

[Texto 6696]

Helder Guégués às 22:09 | comentar | favorito
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19
Mar 16

Nestas, o choque ainda é maior.

Elétrica.jpg

 

Helder Guégués às 18:31 | comentar | favorito
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