04
Jun 16
04
Jun 16

E a propósito de dominar

Inigualáveis

 

      Segundo uma sondagem realizada pela Universia e pela comunidade de emprego trabalhando.com, 80 % dos universitários portugueses dominam outro idioma, muito acima da média global dos jovens ibero-americanos. Já sobre o domínio do português não é precisa nenhuma sondagem, como podemos comprovar a cada passo.

 

[Texto 6858]

Helder Guégués às 11:31 | comentar | ver comentários (3) | favorito
03
Jun 16

Léxico: «distraimento»

Agora é só distracção

 

    «“É um distraimento”, diz Custódia da Cunha, a mais nova das mulheres, 67 anos, filha de Albertina, que é quem descreve aquela forma que a mãe tem de passar o tempo» («Empreendedorismo. O que 130 cabras podem fazer por 19 pessoas», Catarina Gomes, Público, 3.06.2016, p. 17).

      Sim, pode dizer-se assim, a par de distracção. Espantoso é que ainda sobreviva em alguns dicionários. E é onde está, em alguns dicionários e no lugar de Grijó, Arcos de Valdevez.

 

[Texto 6857]

Helder Guégués às 10:49 | comentar | favorito
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03
Jun 16

Concelho/conselho

Pobres alunos

 

      «O Concelho de turma do X será na próxima semana, no dia 9 de junho a partir das 14.00 horas.» Uma professora (ainda por cima peneirenta) e escreve assim? Se a coitada se atrapalha com umas simples homófonas, o que será com questões complexas da língua? Bem, pergunto, mas, na realidade, nem quero saber.

 

[Texto 6856]

Helder Guégués às 00:13 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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02
Jun 16
02
Jun 16

Domina o teu controlo

Pobres leitores

 

      «Il faut mieux dominer tes nerfs.» É um bom conselho, sem dúvida. O tradutor tentou pôr isto em português, mas era tarefa demasiado complexa e saiu assim: «Tens que controlar esses nervos.»

 

[Texto 6855]

Helder Guégués às 10:33 | comentar | ver comentários (19) | favorito
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01
Jun 16
01
Jun 16

Monty Python

Nada disso

 

     «Não sei porque é que a série [Os Contemporâneos] não perdurou no tempo, mas posso apostar que uma das razões foi a própria abordagem da série, que seria normal no tempo do Herman e dos Monty Python’s, mas que é um risco hoje em dia» («Nuno Markl, censura e autocensura», Henrique Raposo, Expresso Diário, 1.06.2016).

    Nada disso, Henrique Raposo. «Se por acaso alguém conhecesse a responsabilidade do cargo que ocupa o adulto deste par aventureiro o caso ganharia a dimensão de rábula dos Monty Python» (À Tua Espera, Julieta Monginho. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2000, p. 250). Vá, agradeça à senhora magistrada.

 

[Texto 6854]

Helder Guégués às 21:26 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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