«Prise de guerre»

Tem mesmo de ser em francês?

 

      «Quando recebi a proposta de Sarkozy — eu não sou ingénuo —, tratava-se de abrir o campo da direita face à esquerda, e que não resultou. Eu fiz parte daquilo a que se chama uma “prise de guerre”
 [ir buscar personalidades de 
outro campo político]. Mas para quê? O que é que ele me tinha pedido? Tratava-se de perceber que política cultural para a França. Efectivamente, dizem que há uma política de direita e uma política
 de esquerda. Mas eu não acredito nisso. Não sei o que é que isso significa» (Marin Karmitz, entrevistado por Sérgio C. Andrade para o Público. «“Tirar os cinemas do centro das cidades foi uma forma de matar os dois”», 25.09.2016, p. 40).

 

[Texto 7121]

Helder Guégués às 17:07 | comentar | ver comentários (7) | favorito
Etiquetas: