«Afro-americano», também com o AO90

Tem, não tem?

 

      «Ainda hoje, apenas 4% da população deste condado [Forsyth] é afroamericana» («As raízes da América continuam sujas de sangue?», Joana Madeira Pereira, Expresso Diário, n.º 684, 26.09.2016).

      Há-de ser convicção, pois está assim cinco vezes no artigo. Não se escreve daquela maneira. Com o Acordo Ortográfico de 1990, nestes gentílicos o hífen não desapareceu: afro-cubano, hispano-americano, ibero-americano, israelo-americano, afro-americano, etc. O leitor — e o falante, em geral — perde toda a confiança.

 

[Texto 7122]

Helder Guégués às 21:23 | comentar | ver comentários (5) | favorito
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