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Linguagista

«Máquina de rastos»

Fora dos quartéis

 

      «Os militares atuaram divididos em ações de vigilância e rescaldo, operações de retirada de vítimas dos locais afetados pelos incêndios e patrulhamento e vigilância, tendo sido utilizadas quatro máquinas de rasto» («Incêndios: Militares asseguram 71 patrulhas até quinta-feira», TSF, 19.10.2017, 14h14).

      É sempre no plural que se ouve, uma máquina de rastos, duas máquinas de rastos; um tractor de rastos, dois tractores de rastos. Nos dicionários, nem rasto.

 

[Texto 8249]

«Chachachá/chá-chá-chá»

A alguém interessa

 

      «– O Georgie adorava chachachá. Estava sempe a tentar que eu dançasse com ele» (Pintar o Futuro — Uma História de Amor e de Esperança, Louise L. Hay e Lynn Lauber. Tradução de Duarte Sousa Tavares. Lisboa: Pergaminho, 2012, p. 91). Prefiro a grafia chá-chá-chá (como blá-blá-blá). Claro que não têm nada que ver com isso, mas a Porto Editora pode ter: o Dicionário da Língua Portuguesa só acolhe a grafia chachachá, mas o Dicionário de Português-Inglês apresenta ambas, chachachá e chá-chá-chá.

 

[Texto 8248]

Tradução: «umbrella stand»

Talvez na IKEA

 

      «Voltou-se e foi contra um porta-chapéus-de-chuva» (Pintar o Futuro — Uma História de Amor e de Esperança, Louise L. Hay e Lynn Lauber. Tradução de Duarte Sousa Tavares. Lisboa: Pergaminho, 2012, p. 125). Isto diz-se assim em português, «porta-chapéus-de-chuva»? Talvez se diga na IKEA. É simples em inglês, umbrella stand, e ainda mais simples em português — bengaleiro.

 

[Texto 8247]