Agora em gaélico

Já foi pior

 

      «Numa sondagem da Ipsos MRBI para o Irish Times, publicada na passada segunda-feira, o antigo braço político do grupo armado Exército Republicano Irlandês (IRA) agregava 25% das intenções de voto para as legislativas, seguido de Fianna Fáil (23%), do ex-ministro Micheál Martin, e do Fine Gael (20%), do actual taoiseach (primeiro-ministro) e líder do Governo, Leo Varadkar. [...] Pelos cargos que ocupam, Leo Varadkar e o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Simon Coveney, desempenharam papéis de destaque na caminhada que antecedeu o “Brexit”, e querem continuar a fazê-lo, uma vez que, nas palavras do taoiseach, “o jogo ainda vai no intervalo”» («A Irlanda vai a votos e o Sinn Féin faz contas para ser mainstream», António Saraiva Lima, Público, 8.02.2020, pp. 30-31).

      Lá temos de aprender um pouco (e desnecessário) gaélico. Pelo menos estão a afastar-se daquele terrível vezo, tão comum até recentemente, de usarem palavras incomuns ou estrangeiras sem as explicarem. Nem tudo piora.

 

[Texto 12 796]

Helder Guégués às 09:00 | comentar | favorito
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