Como se escreve por aí

Mais concretamente em Angola

 

      Vamos lá espreitar aqui umas inépcias dos jornalistas do Jornal de Angola, para servir de estímulo, aguilhão: «Longe das caridades e doacções dos que professam a fé, as empresas e vendedores particulares viram na procura das igrejas por termómetros, lixívia, álcool em gel e pulverizadores um novo “el dourado” para quem os tem em stock» («Corrida aos kits de biossegurança», Jornal de Angola, 23.06.2020, p. 7). Também não conhecem o itálico nem têm dicionários ou vocabulários, os pobres. Os petrodólares não chegaram para estas miudezas.

 

[Texto 13 793]

Helder Guégués às 09:00 | favorito
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