17
Nov 20

Léxico: «bolão | motoboy»

Coisas do Brasil

 

      «Na emissora desde 2014, onde, segundo o SBT, começou como motoboy, Mesquita é descrito por colegas como uma pessoa extrovertida, animada e querida por todos. Era ele que organizava bolões, festas e homenagens aos colegas» («Redação do SBT no RJ tem segunda morte por Covid-19», Úrsula Passos, Folha de S. Paulo, 22.04.2020, p. B10).

 

[Texto 14 347]

Helder Guégués às 09:45 | comentar | ver comentários (3) | favorito
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Léxico: «peixe-espátula-chinês»

Já não há

 

      «Considerado um dos maiores peixes de água doce do mundo – podia atingir sete metros de comprimento – o peixe-espátula-chinês (Psephurus gladius) foi dado como extinto. Espécie emblemática do rio Yangtzé, fazia até há pouco tempo parte da alimentação das populações locais, mas a pesca em excesso e a construção de grandes barragens terão ditado o seu desaparecimento» («Espécie emblemática da China, o peixe-espátula-chinês foi dado como extinto», Expresso, 9.01.2020, 14h00, itálico meu).

 

[Texto 14 346]

Helder Guégués às 09:30 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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Léxico: «lotérico | lotérica»

Ainda no Brasil

 

      «Também na Zona Norte, no Lago do Verdun, no Grajaú, o comércio não essencial estava fechado, e lanchonetes e padarias funcionavam em sistema delivery. Mas nas lotéricas ainda havia filas. Com o bloqueio na Rua Felipe Cardoso, em Santa Cruz, na Zona Oeste, e os comércios não essenciais fechados, pontos de aglomeração aconteceram próximos aos bancos. Para o motorista de aplicativo André Couto, a medida deveria ter sido adotada no início da pandemia» («Aglomeração apesar de bloqueios», Rachel Siston, O Dia, 13.05.2020, p. 4).

 

[Texto 14 345]

Helder Guégués às 09:15 | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Léxico: «taperização»

Está em alguns dicionários

 

      «Pelo vilarejo, nos dias de hoje, ainda se escutam histórias do tempo da malária, quando os mortos eram carregados das fazendas em carros de bois e trazidos para o pequeno cemitério junto à capela. Era uma época em que só se viam os cachorros pela rua e o lugar entrou num processo de “taperização consumada”, na descrição de Guimarães Rosa» («Povoado que resistiu a epidemia está vivo», Fernando Granato, O Estado de S. Paulo, 14.05.2020, p. H3).

 

[Texto 14 344]

Helder Guégués às 09:00 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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Léxico: «percebe mijão»

Não sei se percebe

 

      «Empiricamente, podemos dizer que, em Portugal, de Norte a Sul [sic], há percebe excelente e “percebe mijão” (estreito e sensaborão)» («Mistérios que continuam depois de Darwin», Edgardo Pacheco, «Fugas»/Público, 1.08.2020, p. 7).

 

[Texto 14 343]

Helder Guégués às 08:45 | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Léxico: «analgesiar»

Sedar, anestesiar, analgesiar...

 

      «Não é por ter 80 anos, é por ter uma situação física de tal modo débil que o tratamento de cuidados intensivos nem é eficaz e até pode ser prejudicial. Já está tão frágil que, meter um tubo, sedá-lo, analgesiá-lo, ligá-lo ao ventilador pode dar cabo dele», afirma, em entrevista a Valdemar Cruz, o médico António Sarmento, que dirige o serviço de infecciologia do Hospital de São João. («O coronavírus está a assustar mais do que a sida», «Revista E»/Expresso, 28.03.2020, p. 56).

      Este médico também usou repetidas vezes a expressão «evicção social», cuja propriedade vocabular ainda não descortinei.

 

[Texto 14 342]

Helder Guégués às 08:30 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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Léxico: «azulinho»

Em Angola

 

      «Segunda-feira, os taxistas afectos à Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA) partiram para a decisão de parar. Ao longo de dois dias, parte da via expresso, na vila de Cacuaco, ficou às moscas, sem os habituais azulinhos na via» («Taxistas na boca do mundo», Guimarães Silva, Jornal de Angola, 14.06.2020, p. 22).

 

[Texto 14 341]

Helder Guégués às 08:15 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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17
Nov 20

Léxico: «porta-documentos»

Encontramo-los à venda

 

      Tenho de comprar um porta-documentos para pôr em cima da secretária. Sabes do que se trata, Porto Editora?

 

[Texto 14 340]

Helder Guégués às 08:00 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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