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Linguagista

Léxico: «texugo-do-mel» e mais dois

A que se juntam estes

 

      «As restantes nove espécies — hiena, leopardo, chacal, doninha, mangusto-listrado-de-cauda-branca e mangusto-listrado-de-cauda-preta, a geneta e o texugo-do-mel — estavam presentes em todas as áreas, menos nas comunidades locais» («Rodeado de megafauna, Gonçalo Curveira Santos andou a espiar carnívoros na África do Sul», Ana Rita Maciel, Público, 29.11.2020, p. 25).

      Também estes desconhecidos dos dicionários. Foram muitos anos de incúria.

 

[Texto 14 531]

Léxico: «serval» e mais três

A ninguém

 

      «Quatro espécies foram registadas numa das categorias de gestão: o serval na área protegida; o mangusto-dos-pântanos na fazenda de caça; e o gato-selvagem-africano e o mangusto de Selous na comunidade local» («Rodeado de megafauna, Gonçalo Curveira Santos andou a espiar carnívoros na África do Sul», Ana Rita Maciel, Público, 29.11.2020, p. 25).

      Não vamos encontrar nem sequer um no dicionário da Porto Editora. Provavelmente, não há dicionário que registe os quatro. A jornalista, diga-se, escorregou um pouco: se escreveu «mangusto-dos-pântanos», tinha igualmente de escrever «mangusto-de-selous». É certo que os jornalistas nunca têm dúvidas a respeito destas questões, mas, se fosse o caso, a quem iam perguntar?

 

[Texto 14 530]