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Linguagista

Léxico: «rosal» e muitas outras

Claro que sim

 

      «O Padrão nasceu como uma construção efémera, em materiais perecíveis, e ficou em mau estado quando, em fevereiro de 1941, Lisboa foi atingida por um ciclone. O edifício inicial seria demolido em 1958, reconstruído em betão e cantaria de pedra rosal de Leiria e inaugurado em 1960 por ocasião das comemorações dos 500 anos sobre a morte de D. Henrique. Em 1985 todo o interior foi remodelado, com a criação de salas de exposições, um auditório e o miradouro. O Padrão foi então inaugurado como Centro Cultural das Descobertas» («Não estava previsto, nasceu efémero, mas ficou de pedra e cal como ícone da cidade», Susete Francisco, Diário de Notícias, 9.09.2021, p. 6).

      Os nomes das nossas pedras ornamentais — mármores, granitos, xistos, etc. — não deviam estar dicionarizados? Afinal, não há semelhança com as castas de uvas ou com a variedades de azeitonas, por exemplo? Então? Creme venado, ruivina, rosa rosal, trigaches, etc.

 

[Texto 15 443]