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Linguagista

Léxico: «cobra-real»

Realmente

 

      «A cobra real (Ophiophagus hannah), que vive na Índia e sudeste asiático, é a maior das serpentes venenosas no mundo: pode atingir até 5,5 metros de comprimento e é capaz de matar um elefante» («As presas do medo», Luís Francisco, «Revista E»/Expresso, 24.09.2021, p. 36).

 

[Texto 15 559]

Léxico: «revancha»

Mal por mal, aportuguesada

 

      «O jovem capitão que manteve sempre admiração por Spínola (como confessou a Paulo Moura, PÚBLICO, 24/4/2009) começou por ser tido como um spinolista, para, depois do 28 de setembro, passar a autodefinir-se como social-democrata, como lembra Sánchez Cervelló; é só depois do 11 de março que Otelo passa a ser aquilo de que a maior parte de nós se lembra: o comandante do Copcon por ele descrito como “vanguarda e braço armado do MFA”, o homem que julgava que “se tivesse mais cultura política seria o Fidel Castro da Europa”, o candidato presidencial que, no verão de 1976, galvanizou a maioria do povo de esquerda que queria a revancha do 25 de novembro, apesar de este não ter, longe disso, impedido o avanço da Reforma Agrária e a consagração constitucional de muitas das conquistas de Abril» («Otelo», Manuel Loff, Público, 27.07.2021, p. 6).

 

[Texto 15 556]

Léxico: «cobra-cuspideira-de-moçambique»

Outra que cospe

 

      «A famosa cobra-cuspideira de Moçambique (Naja mossambica), que pode projetar o veneno a mais de dois metros de distância (uma habilidade que a ciência crê ter evoluído para se defender dos primeiros hominídeos) é outro membro famoso desta família» («As presas do medo», Luís Francisco, «Revista E»/Expresso, 24.09.2021, p. 36).

 

[Texto 15 555]