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Linguagista

Léxico: «pula-pula»

Fica sabendo

 

      No OLX, alguém (um brasileiro?) aluga um pula-pula, um trampolim, com três metros de diâmetro e 2,8 m de altura para eventos particulares ou profissionais. (Um casamento?) Custa 60 euros por dia mais despesas de transporte. E, Porto Editora, pula-pula também é uma ave (Basileuterus culicivorus).

 

[Texto 15 849]

Como se traduz por aí

Inacreditável, é o que é

 

      Abrimos o Jornal de Notícias e, logo na página 2, em grande evidência, isto, esta bojarda: «Israel. Um técnico sanitário israelita carrega as carcaças de um pássaro-guindaste, que morreu em consequência de um surto de gripe aviária, no vale de Hula, no Norte de Israel. Um surto de gripe aviária matou mais de dois mil guindastes selvagens numa reserva da região» («Foto do dia», Jornal de Notícias, 3.01.2022, p. 2).

 

[Texto 15 848]

Cidade do Futebol, Cidade Universitária...

E outras que venham a surgir

 

      «“Existem muitas opções e é um excelente sinal haver esta dificuldade. Do ponto de vista humano, lamentamos a ausência de pessoas que nos são muito queridas e com enorme competência, que, se estivessem cá, a confiança era total, como é nestes 14, que achamos que são a equipa ideal para a competição que se avizinha”, expressou o técnico, em videoconferência de imprensa a partir da Cidade do Futebol, em Oeiras» («Jorge Braz destaca dificuldade em definir convocados para Euro2022 de futsal», TSF, 30.12.2021, 18h45). Então, Porto Editora, não achas que te faltam acepções no verbete cidade? Cidade do Futebol, Cidade Universitária...

 

[Texto 15 847]

Léxico: «anticronismo | policronismo | monocronismo»

Já que falei nisso

 

      Uma vez que usei a palavra, diga-se que verdadeiramente útil era termos nos dicionários, em metacronismo/paracronismo, antónimos e termos relacionados. Aos anagramas ainda eu não encontrei nenhuma utilidade. Enfim, talvez para poetas falhos de imaginação. Assim, teríamos, entre outros, procronismo, anticronismo (que a Porto Editora nem regista). Há outros, não relacionados, que também não encontramos ali, como policronismo e monocronismo. Fazem falta? Não fazem falta? As coisas não se avaliam dessa maneira, mas, como também sucede com as ferramentas, nunca são de mais.

 

[Texto 15 846]