Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Linguagista

Léxico: «massa sovada | alâmpada»

Agora nos Açores

 

      «E tem como pontos altos diferentes refeições, dádivas e distribuições de alimentos às populações – nomeadamente (dantes) o milho e o trigo, como é próprio das culturas agrárias, e (hoje) o pão, a carne e o vinho, as sopas e a alcatra, os bolos de massa sovada, as rosquilhas e/ou o alfenim, tantos deles misturando sabores acolhidos de diferentes geografias e civilizações, e frequentemente o doce com o salgado» («As ilhas da utopia», Joel Neto, «Revista E»/Expresso, 3.06.2022, p. 29). As alâmpadas de Ribeira Seca, que se distribuem por altura das Cavalhadas de São Pedro, lá continuam penduradas (a cumprir um destino, pois nasceram para isso), à espera.

 

[Texto 16 586]

Léxico: «Tinta-Amarela | Touriga-Fêmea | terroir»

Pouco a pouco, chegamos lá

 

      «Hoje falamos de um tinto do Douro que é um retrato perfeito do que é um vinho português cheio de terroir. E porquê? Porque é feito com castas autóctones, com um vasto leque de castas (Bastardo, Marufo, Tinta Francisca, Touriga Fêmea, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinto Cão), sendo que algumas destas castas (18% do lote) são provenientes de vinhas velhas» («O Douro cheio de terroir», Edgardo Pacheco, «Fugas»/Público, 25.06.2022, p. 21).

 

[Texto 16 585]

Léxico: «guarda-rios-comum»

Habitualmente falta o comum

 

      «“Temos aqui salgueiros, amieiros, freixos”, repara Maria João [do Mare-Centro de Ciências do Mar e do Ambiente], destacando que, também no que toca às aves, “as espécies ribeirinhas estão aqui bem representadas”, através do guarda-rios-comum, do pato-real e do corvo-marinho-de-faces-brancas» («Do Jardim Botânico à Quinta das Lágrimas, um percurso que merece ser, acima de tudo, sentido», Maria José Santana, «Fugas»/Público, 25.06.2022, p. 11).

 

[Texto 16 584]