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Linguagista

Sobre «barullo»

Devem-nos esta

 

 

      «El juez José Castro acudió, de manera excepcional, a tomar declaración a un imputado en la sede de la Fiscalía en Palma. Una discreción obligada para cerrar una decisión largamente meditada, negociada por el afectado. Pepote, el jueves 15 de diciembre, declaró al atardecer para evitar los ojos de periodistas y el barullo de la sede de los juzgados» («Pepote, amigo de Urdangarin, dio al juez las claves contra el duque», Andreu Manresa, El País, 3.01.2012).

      O étimo é, pois claro, o português «barulho» e a acepção confusão, desordem ruidosa entre muitos.

 

[Texto 905]

4 comentários

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    Venâncio 04.01.2012 20:29

    Tenho um artigo de 27.500 caracteres sobre o assunto, em que exponho o que pode considerar-se seguro (e não mítico) da influência do português sobre o espanhol. Está em Phrasis, n. 49, 2008, pp. 109-122. Mas seria fabuloso se o insinuante acima propalando não só propalasse, mas também contasse à plebe alguma coisa do que sugere conhecer. Ou é só papiamento?   
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    Montexto 04.01.2012 21:34

    A «plebe» já teve tempo e ensejo de se inteirar dos conhecimentos dos leitores ou comentadores do Linguagista. E há-de continuar a ter.
    O dos 27 500 caracteres diga o que quiser. Não tem importância, já que é ele que o diz. Language's labour's lost.
    E por aqui me cerro. Amanhã há mais, camaradas.
      
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    Venâncio 04.01.2012 22:20

    Este cromo manda umas larachas, uns vozeios, umas sabenças, mas, quando se aperta um nadinha, dá de frosques. Nunca fornece um único esclarecimento que se lhe peça.  Há um nome para isto. Mas não quero sujar o jardim do Helder. 
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