Revisão, precisava-se

Há limites — ou havia

 

 

      «– Mas sabemos que não és mentirosa –, acrescentou a Mónica mal viu os olhos da Matilde a encherem-sedelágrimas» (A Bruxinha Desastrada Entra em Acção, Jill Murphy. Tradução de Maria Clarisse Silva. Porto: Asadelta, 2010, p. 82).

      A obra tem vários descuidos destes, que demonstram claramente que não foi lida uma última vez antes de ser enviada para a gráfica. Mas há sempre, felizmente, quem ache tudo bem e não se importe, não é assim? Passemos, pois, sursum corda, a outras questões.

  1. «– Matilde Estouvada –, disse, com tranquilidade e frieza. – Porque será que não estou nada surpreendida?» (idem, ibidem,  p. 54);
  2. «– Por que não passamos um final de tarde tranquilo e nos deitamos mais cedo? – sugeriu a Elsa. – Podemos voltar a conversar de manhã» (idem, ibidem,  p. 83);
  3. «Por que carga d’água roubaria um feitiço à Matilde Estouvada?» (idem, ibidem, p. 152);
  4. «– Uma tartaruga! – exclamou a Mónica. – Porque raio trouxeste uma tartaruga para a escola?» (idem, ibidem,  p. 63).

[Texto 910] 

Helder Guégués às 11:44 | comentar | favorito
Etiquetas: