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Linguagista

A linguagem maçónica

JPP e os filhos da viúva

 

 

      José Pacheco Pereira fala hoje dos novos mações, e, a respeito da sua linguagem, escreve: «A linguagem maçónica que usam não pode ser mais elaborada do que a linguagem que usam na política, uma mistura de SMS, twitter e “politiquês”» («Encontros imediatos do terceiro grau com as maçonarias», Público, p. 32).

 

[Texto 922] 

3 comentários

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    Helder Guégués 07.01.2012 14:24

    Não tão raro, porém, pois foi também a escolha de JPP, e escreveu-a cinco vezes.
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    Venâncio 07.01.2012 14:37

    Terá a ver com o meu passado minhoto (dos 10 aos 18), meu, de um alentejano profundo. À minha volta só ouvia maçom, maçons. Devo acrescentar que na altura, e na Roma Portuguesa, o tema era quente. Bom, e o ditongo ão é uma invenção lisboeta. [Sobre este último tema, extenso artigo, a meados do mês, na revista galega GRIAL]. 
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