«Lacuna/laguna/lagoa»

Tudo passa

 

 

      «La extensa biografía que Walter Isaacson escribió sobre el co-fundador de Apple no se detenía demasiado en su faceta zen, laguna que ahora pretende cubrir The Zen of Steve Jobsnovela gráfica que explora la relación de Jobs con el sacerdote budista Kobun Chino Otogawa», acabei de ler no blogue Papeles Perdidos, do El País.

      Em castelhano, laguna tanto é bacia litoral de água paradas como omissão. Nós divergimos — e ainda bem. Para a bacia litoral, temos laguna e para a omissão temos lacuna, que foi, outrora, um cultismo. Tudo passa. «En los manuscritos o impresos, omisión o hueco en que se dejó de poner algo o en que algo ha desaparecido por la acción del tiempo o por otra causa.» E até divergimos mais, pois também temos, por via popular, lagoa.

 

[Texto 1108]

Helder Guégués às 20:32 | comentar | favorito
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