«Prescindir de»

Pode acontecer

 

 

      «Bem sabemos que o país vive a hora de prescindir os anéis para salvar os dedos. Mas a pressão dos cortes não deve ser um rolo compressor que faça tábua rasa de um passado», lê-se no editorial de hoje do Público. Como pode não ser gralha, é conveniente dizer que está errado. Correcto é prescindir de.

 

[Texto 1136]

Helder Guégués às 13:03 | comentar | favorito
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