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Linguagista

Sobre «exorável»

Desde o século XVI

 

 

      «É tambêm de notar que nos ficaram e subsistem no uso corrente vocábulos compostos cujos simples não são de nosso idioma. Dizemos inulto (de in e ultus, vingado), e não dizemos o primitivo ulto, e, como êste, outros muitos exemplos: invicto, immundo (de in e mundus, limpo). De uso freqùente é inexorável, mas dá-se o caso de que exorável, de exorabilis, o que se deixa vencer com rogar (de os, oris), se emprega pouco ou nada» (Fatos da Língua Portuguesa, Mário Barreto. Rio de Janeiro: Presença Edições, 3.ª ed., facsimilada, 1982, p. 229).

      Espanta que ainda subsista nos nossos dicionários.

 

[Texto 1183]

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