Sobre «maccartista»

Já vimos, mas esquecem-se

 

 

      «[Alan Lomax] De esquerda, investigado pelo FBI, deixaria o sufoco maccartista no início da década de 50, rumo a Inglaterra. Depois, quis mais. Espanha, Itália, Rússia, Marrocos... Através da música, quis perceber o mundo» («Mergulho no arquivo do homem que gravou música para explicar o mundo», Mário Lopes, Público, 10.03.2012, p. 26).

      Um dia, todos saberão que,  tratando-se de um derivado formado já na língua portuguesa, não precisa de ser grafado em itálico. Também se pode escrever macartista.

 

[Texto 1206]

Helder Guégués às 09:20 | favorito
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