«Nem Tanto Erro!»

Do ioga e da gramática

 

 

      Ontem descobri este livrinho: Nem Tanto Erro!, de Américo F. Alves. Conhece, Fernando Venâncio? Foi publicado em 1993. O que me intrigou durante uns segundos foi esta nota: «Os maiores destinatários são os agentes do culto religioso.» Ora, e porquê, erram mais? O cólofon, ou seja, nem é preciso ler a obra, desvenda o mistério: «Fotocomposto e impresso nas oficinas gráficas da Editorial Franciscana Montariol – Braga – 1993». Ah, assim já percebemos. E do prefácio retemos isto: «Pessoalmente, quero praticar mais este humílimo gesto de solidariedade, visto o exercício do ensino ser a melhor escola para o docente continuar a aprender... e porque é “misericórdia corrigir os que erram”.» Tudo verdades, especialmente no que diz respeito a os docentes aprenderem. Ainda recentemente, o grande mestre do ioga Jorge Veiga e Castro afirmava que é obrigação de quem ensina ioga (mas aplica-se a todas as áreas, naturalmente) praticar tantas horas quantas aquelas que lecciona.

 

[Texto 1292]

Helder Guégués às 20:32 | favorito
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