Neologismos na canção

Se tem mesmo de ser

 

 

      «Neste último [tema, escrito por Pedro da Silva Martins, dos Deolinda] António Zambujo termina cantando os versos: “‘Maria’, era como eu respondia,/‘queria conhecer-te um dia’/mas o nosso amor... crashou.” A utilização de neologismos nas suas canções é algo tão natural como de quaisquer outras palavras: “Não tenho receio nenhum, até porque nós estamos e vivemos o agora, não no passado”, diz» («Uma reaproximação ao fado sem esquecer o Brasil», João Moço, Diário de Notícias, 2.04.2012, p. 46).

      Se tem mesmo de ser... Mas sempre podemos, se não gostarmos deste, ouvir os outros temas, que o Público disponibiliza aqui.

 

[Texto 1315]

Helder Guégués às 21:35 | favorito
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