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Linguagista

Regência de «namorar»

Mai’nada

 

 

      «O verbo namorar é transitivo: Manuel namora Maria. [...] Na linguagem de Lisboa, porém, sobretudo na gente de pouca cultura, é vulgar ouvir-se dizer: “Fulano namora com Fulana”, “Fulana namora com Fulano”. Por analogia com expressões como ter ou andar de amores com» (Estudos de Filologia Portuguesa, J. Leite de Vasconcelos. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, 1961, pp. 162-63).

      Agora os gramátegos defendem as duas construções. Assim, ninguém erra. Mais um contributo de peso da capital para todo o País. E antigas colónias.

 

[Texto 1397] 

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