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Linguagista

Regência de «namorar»

Mai’nada

 

 

      «O verbo namorar é transitivo: Manuel namora Maria. [...] Na linguagem de Lisboa, porém, sobretudo na gente de pouca cultura, é vulgar ouvir-se dizer: “Fulano namora com Fulana”, “Fulana namora com Fulano”. Por analogia com expressões como ter ou andar de amores com» (Estudos de Filologia Portuguesa, J. Leite de Vasconcelos. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, 1961, pp. 162-63).

      Agora os gramátegos defendem as duas construções. Assim, ninguém erra. Mais um contributo de peso da capital para todo o País. E antigas colónias.

 

[Texto 1397] 

2 comentários

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    Venâncio 22.04.2012 17:55

    É escusado chamar o Montexto a capítulo. Ele recusa-se a raciocinar, ou sequer a defender-se, o pobre. Não sou, aliás, o único a experimentá-lo aqui. 
    Mas pronto, há uma lógica nisso: a  sua relação beata com o idioma não inclui o uso da razão. É uma relação directa, mística, com "o estabelecido". A Teresa de Ávila, a das «Moradas», não fazia a coisa por menos.
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