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Linguagista

Na dúvida — um hífen

Ninguém repara

 

 

      «O envio da Força de Reação Imediata (FRI) para o golfo da Guiné já fez correr muita tinta, apesar de ainda não se saber quanto custou. A verdade é que, apesar de novas avarias num avião de transporte C-130, a chamada “Operação Manatim” – envolvendo duas fragatas, uma corveta, fuzileiros, um navio-reabastecedor, um avião de vigilância marítima – visou garantir uma evacuação rápida de cidadãos portugueses, se a crónica instabilidade política na Guiné-Bissau se agravasse após o golpe de Estado» («Rapidamente e em força para a Madeira», Diário de Notícias, 13.05.2012, p. 12).

      No Diário de Notícias não faltam hífenes — falta cuidado e reflexão sobre a língua.

 

[Texto 1506]

2 comentários

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    Eugénia 14.05.2012 10:41

    Nem eu disse o contrário, caro Montexto. Apenas afirmei que, na frase analisada, o lugar a ser evacuado (Guiné-Bissau) estava claramente implícito. Não vejo, portanto, qualquer erro nessa frase. O erro só poderá estar na cabeça de quem lê, se interpretar a frase de forma incorrecta. «Evacuar uma praça de tropas», «evacuar de tropas uma praça», «evacuar uma praça [de tropas, implícito]» ou «evacuar de tropas [uma praça, implícito]» parecem-me equivalentes, desde que o contexto permita descortinar o que está implícito.
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