Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Linguagista

«Apelar para»

Aqui não errou

 

 

      Em Aquilino Ribeiro* vê-se de tudo: o que se deve e o que se não deve imitar. Eis dois exemplos da primeira espécie: «Tanto assim que apelaram para o Parlamento de Paris, que lhes deu razão, desse jeito colocando-se sob a égide de França» (Portugueses das Sete Partidas, Aquilino Ribeiro. Lisboa: Livraria Bertrand, [1951], 3.ª ed., p. 215). «Do Louvre o infante endereçava-lhe reiteradas instâncias e alvitres: vendesse isto, hipotecasse aquilo, tais alfândegas à Hansa, apelasse para o comércio... para a indústria... para a judiaria...» (idem, ibidem, p. 216).

 

[Texto 1540]

 

 

 

* Ia escrever «Na obra, etc.», mas: «obra, literária e artìsticamente falando, tem significação singular, e não colectiva» — Leite de Vasconcelos.

3 comentários

Comentar post