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Linguagista

Revisão nos jornais

Não há

 

 

      «A palavra “reality” não surge como um mero efeito anglófono. Trata-se, muito concretamente, de tratar uma conjuntura marcada pela reality TV, e, em particular, pelo poder mediático do programa Big Brother» («Os meandros da ‘reality TV’ no novo filme de Matteo Garrone», João Lopes, Diário de Notícias, 19.05.2012, p. 41).

      «Trata-se [...] de tratar»... Nada que uma leitura atenta não resolvesse. Sem revisão, era a única maneira de a coisa sair escorreita. Quanto a reality TV, hoje mesmo lê-se no Público: «Puseram ao largo o grotesco e aproximaram-se com ferocidade e ternura das personagens: Seidl, com Paradise: Love — o turismo sexual no Quénia — e Garrone, com Reality, a reality tv nas nossas cabeças» («Toca na mulher branca, despe o homem negro e cobre o grotesco», Vasco Câmara, 19.05.2012, p. 32).

 

[Texto 1550]

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