«Gigaelectrãovolt»?

Agora é tudo pegadinho?

 

 

      «Os dados de dezembro da ATLAS e CMS mostraram pela primeira vez “um excesso de eventos” nas colisões de partículas realizadas a níveis de energia da ordem dos 126 gigaelectrãovolt (GeV) – a ATLAS – e 124 GeV (a CMS), o que poderia ser um sinal da presença do bosão Higgs naquelas zona de energia. [...] Nos últimos meses de trabalho, desde então, as equipas das duas experiências conseguiram duplicar os dados de dezembro, e a energia das colisões passou de 7 TeV (teraeletrãovolt) para 8 Tev» («O ‘dia D’ da ‘partícula de Deus’», Filomena Naves, Diário de Notícias, 4.07.2012, p. 27).

      Deve haver alguma convicção da jornalista nisto, pois mais abaixo, num texto de apoio, lê-se: «É no Large Hadron Collider (LHC), que faz colidir protões (partículas que integram o núcleo dos átomos) a um nível de energia nunca antes atingido por uma máquina na Terra – 7 teraelectrãovolt (TeV) no ano passado, e 8 TeV já este ano –, que os físicos tentam descortinar o famoso bosão, que foi previsto em 1964 pelo físico Peter Higgs, que hoje estará presente na conferência no CERN.»

 

 [Texto 1759]

Helder Guégués às 14:48 | comentar | favorito
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