«Tratar-se de»

Vou insistindo, pode ser que

 

 

      «Os responsáveis do ministério responderam que tinham pedido um parecer ao Infarmed, que concluiu que os produtos Angelicalm devem ser classificados como medicamentos e respeitar os requisitos destes. Segundo fonte do Infarmed, o processo de autorização demora tempo até porque são necessários estudos para comprovar as qualidades, a eficácia e a segurança para a saúde. Provas que estão dispensadas quando se tratam de suplementos alimentares» («Proibida venda de ‘Angelicalm’ como suplemento alimentar», Céu Neves, Diário de Notícias, 25.07.2012, p. 14).

 

 [Texto 1871]

Helder Guégués às 23:58 | favorito
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