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Linguagista

Gerúndio

Viajando no Alentejo

 

 

      Anteontem, ao passar na serra do Cercal, no Alentejo, viam-se muitos trabalhadores à beira da estrada e um sinal em que se podia ler: «Máquinas pintando». E lá vi, alguns quilómetros mais adiante, máquinas pintando.

 

[Texto 2097]

5 comentários

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    Montexto 16.09.2012 20:20

    O que ser escreveu ali sobre o gerúndio e o resto está uma infinidade de graus abaixo de cabo de esquadra, e, se estivesse em papel, nem para sacrificar à deusa Cloacina serviria, porque podia cegar o olho.
    Conste, caro Helder.
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    Helder Guégués 16.09.2012 20:34

    Também fiquei estarrecido com algumas afirmações.
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    Montexto 16.09.2012 20:40

    Qualquer relação do tal blogueiro com a língua portuguesa e com o uso do gerúndio e do pronome «se» será mera, remota, problemática e improvável coincidência. Texto ominoso entre todos. O lusíada, coitadinho, no seu pior.    
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    Helder Guégués 16.09.2012 20:47

    Mas diz-se que é filósofo da linguagem...
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