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Linguagista

Deixou de ser «xeque»

E outro

 

 

      «Na história da Benetton, a procura do “desemprego do ano” sucede aos “beijos impossíveis” entre vários líderes mundiais, que foi tornada pública em novembro do ano passado e tinha como objetivo promover a tolerância entre os povos. Mas os “beijos” entre Barack Obama e Hugo Chávez, Nicolas Sarkozy com a chanceler alemã, Angela Merkel, e o Papa Bento XVI ao sheik da mesquita Al-Azhar não duraram muito tempo e foram proibidas» («‘Desempregado do ano’ é jovem e não é preguiçoso», Fernanda Mira, Diário de Notícias, 19.09.2012, p. 51).

      Então não era «xeque» que escreviam? Era pois, que eu lembro-me: «O xeque Tantawi não era apenas a figura tutelar da maior e mais antiga escola islâmica em todo o mundo, mas também um dos religiosos mais influentes do islão. Foi grande mufti do Cairo e era responsável máximo pela Mesquita Al-Azhar, na capital egípcia, que gere uma universidade com mais de mil anos» («Voz moderada do islão sunita evitou a radicalização egípcia», Diário de Notícias, 11.3.2010, p. 45).

 

[Texto 2118]

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