«À vista desarmada/a olho nu»

E com aspas... Safa!

 

 

      «A proteção especial sugerida pela ARH visava evitar o impacte do estacionamento continuado na degradação ainda mais acelerada dos muros. Foi há um ano. Certo é que nem condutores nem as autoridades estão a cumprir as normas impostas. As anomalias são visíveis “a olho nu”: grandes fendas nos muros, desnivelamento de passeios, pavimento irregular» («Excesso de areia no Mondego ameaça muros ao longo do rio», Paula Carmo, Diário de Notícias, 20.10.2012, p. 19).

      «Quando se detetam gases como metano ou o etano num determinado ambiente, não é possível perceber à vista desarmada se eles foram produzidos por organismos vivos, ou se resultam simplesmente de processos geológicos» («Do Alentejo para Marte», Filomena Naves, Diário de Notícias, 20.10.2012, p. 33).

      E ambas na mesma edição. Já aqui vimos o que é nosso e o que foi emprestado. Emprestado a quem não precisava.

 

[Texto 2225]

Helder Guégués às 21:59 | comentar | favorito
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