Sobre «smartshop»

As lojas espertas

 

 

      Nos últimos tempos, tenho ouvido muito, na rádio e na televisão, a palavra «smartshop». «Um rapaz de 17 anos e uma rapariga de 15 foram assistidos, no espaço de 48 horas, no Hospital de Évora, depois de terem, alegadamente, fumado um produto comprado numa “smartshop”. [...] Segundo o comandante distrital da PSP, o rapaz terá fumado um produto designado Cm21, que é vendido como incenso. “A rotulagem diz que não é para consumo humano”, realçou o responsável» («Intoxicação com produtos de ‘smart shop’», Diário de Notícias, 27.10.2012, p. 17).

      A loja é esperta, os clientes é que nem todos. E lá porque se pode escrever smart shop e smartshop, não me parece muito atilado escrever das duas formas no mesmo artigo.

 

[Texto 2255]

Helder Guégués às 11:06 | comentar | favorito
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