É «titubeação» que se diz

Quando não se sabe...

 

     

      Carlos Abreu Amorim, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD: «Aquilo que se passa é que... Estamos numa hora tremenda, e... Não é uma hora para hesitações, para titubeâncias, nem para talvezes, nem para nins. O País precisa de respostas afirmativas.»

      Até pode ser um sufixo produtivo na língua portuguesa, mas não vale a pena inventar: já temos titubeação. «D. Luiz olhou d’esta vez para o filho mais seriamente, porque lhe causára impressão a firmeza e promptidão da resposta, em vez das titubeações que esperava» (Os Fidalgos da Casa Mourisca, Júlio Diniz. Porto: Tipografia do Jornal do Porto, 1871,  p. 66).

 

[Texto 2311]

Helder Guégués às 14:42 | comentar | favorito
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