Tombuctu e Bamaco

Gostam mais do bambara

 

 

      «O presidente da Câmara de Tombuctu, Halley Ousmane, que se encontra em Bamaco, considerou o incêndio como um “verdadeiro crime cultural”» («Destruição de manuscritos no Mali é “crime cultural”», Catarina Reis da Fonseca, Diário de Notícias, 29.01.2013, p. 24).

      Na rádio e na televisão, só se ouve Timbuktu. No nome da capital, fazem sempre gala de usar o k. Respeitam mais o bambara do que o português.

 

[Texto 2551]

Helder Guégués às 17:23 | comentar | favorito
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